Oração Celta


Oração Celta
“Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente às suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos.
E , até que nos encontremos novamente,
Que DEUS lhe guarde na palma de suas mãos.”

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Uma visão sobre Brasil e Venezuela ainda em 1977

Era um jovem, de uns dezoito anos, e naquela manhã acordei de um sonho muito real. Estava no quintal de nossa casa aqui em São Paulo - Brasil e de repente ouvi um estrondo que vinha do céu. Quando olhei eram dois aviões a jato enormes e voando a uma altura nada comum para uma área metropolitana como a de São Paulo, eu perguntei a alguém e uma vós respondeu que um dos jatos era da Venezuela e o outro do Brasil e eles se de-gladiavam no ar, uma batalha aérea. Mas foi uma sonho com um grau de realidade enorme que resolvi e falei a mim mesmo, eu vou dormir de novo para continuar isto.
E assim fui para encostar a cabeça no travesseiro quando fiquei paralisado e abriu-se uma nuvem a minha frente e comecei a ver ; eu estava então em um enorme campo gramado e avistei uma pessoa aos pés de uma grande arvore, e ele cavava o solo com as mãos. Quando cheguei próximo a ele ele tirou da terra o brasão do Exército Brasileiro no meio de duas cruzes católicas do mesmo tamanho que o brasão e me mostrou. Nisto a visão foi desaparecendo e quando vi estava só olhando para a parede do quarto.

Comentei o sonho e visão com pessoas da milha família na época, e até com amigos, mas na época até não dei muita importância pois o Brasil não tinha nenhuma instância de desavenças com a Venezuela.

Mas ao longo do tempo sempre comentei esta visão e sonho que trazia uma informação que para o momento não correspondia em termos de relações entre os dois países.

Mas agora com os últimos fatos que tem se assinalados sobre as desavenças reais entre os dois países, creio que é a hora de comentar sobre o ocorrido.

Inclusive tenho provas do ocorrido que comentei com meus irmãos, com minha esposa, inclusive a algum tempo atrás mesmo quando começou o Brasil a falar da Venezuela abertamente que não concordava com o governo atual deles, falei novamente da visão que tive.

Bom quer acreditem ou não esta é uma história real que aconteceu comigo. Espero que as desavenças não cheguem a um termo deste tamanho.

Marco Bastos



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

A Lei do Carma Atuante

Se a Lei do Carma é uma lei atuante no Universo. Então as mulheres nascerão homens em uma outra vida e os homens nascerão mulheres.
E conforme os seus atos na vida presente é o que determinará os acontecimentos na próxima vida.

Então sempre se imagine ser do sexo oposto em relação as suas ações para com ele ou ela.

Os homens tem um cérebro criado e formado através dos tempos a responder com muito interesse as formas femininas. Esta formação vem de milhares de anos, em que as mulheres foram sempre tratadas como Deusas. Observe na História mundial, todas as épocas, seja na Grécia, no Egito, no Oriente como as mulheres sempre foram objetos de disputas entre os homens poderosos, principalmente aquelas que se destacavam pela sua beleza geral. E logo passavam a ocupar um lugar ao lado de reis e conquistadores.

Se hoje em dia criam leis em que os homens estão até quase proibidos de olhar para as mulheres, é um instinto natural de todo homem que vem de milhares de anos os fazem praticar isto naturalmente. Inibir esta atitude do homem é realmente difícil para eles.

Portanto as mulheres que não querem que os homens não olhem para elas, poderão nascer na próxima vida como homens para experimentar como é ser homem. E os homens também que não conseguem controlar seus instintos nascerão mulheres para ver como é ser importunado por esta atitude naturalíssima que está presente instintivamente no homem formada em milhares e milhares de anos em convivência com as mulheres.




domingo, 17 de fevereiro de 2019

Como encontrei com os Gnomos

Antes de começar a leitura, meus amigos e amigas, costumo não usar parábola, nem códigos, e GNOMO ( Definição na Wikipédia por exemplo ).

Há dezenas de anos atrás quando era mais jovem, eu pensava que coisa de criaturas pequeninas eram coisa de desenhos animados, de filmes de fantasia. E aqueles seres anõezinhos das lendas nórdicas e outros lugares da Europa seriam algo inventado por eles. Mas sempre ouvi falar que por de trás de toda lenda existem verdades. E eu moro no Brasil, aqui as lendas são outras como a Mula sem cabeça, o Saci-pererê, o Lobisomem, etc . Mas sobre pequeninas criaturas vestidas de lenhadores, não ouvia falar por aqui e nem imaginava que fosse encontrar bosques com árvores com olhos.
Mas eu me recordo muito bem eu tinha uns dezoito anos e gostava de viajar de caronas pelo Brasil, eu tinha cabelos compridos, e vivia o estilo da época, anos 70, curtia rock, usava pulseiras artesanais feitas por rips, calças índigo-blue  e também fazia pulseiras quando tinha arame de metal. Certa noite peguei minha mochila e fui para a estrada pedir carona, acabei viajando para o Litoral de São Paulo, mais ao norte, e quando cheguei por lá já se aproximava da meia noite, a praia que eu queria acampar era uma praia que não entrava carros, e só dava para chegar lá a pé, eu sempre gostei muito de viajar sozinho, e não tinha tempo ruim, e caminho ruim também não, para mim todos os caminhos eram bons, e assim subi uma trilha pelo meio da mata atlântica para então chegar a praia que ficava atrás de umas montanhas. Uma caminhada de alguns quilômetros pelo meio da mata, já se faziam alguns dias que não dormia direito e estava numa espécie de transe, ao adentrar aquela floresta escura comecei a notar que havia algumas coisas peculiares e fora de questão, em primeiro lugar encontrei alguém consertando uma roda de carroça daquelas grandes que não fazia mesmo parte da minha época atual, e ao observar pelas frestas da mata uma iluminação eu vi uma fazenda, e havia uma varanda e nela estavam açoitando uma pessoa negra enorme e forte. Isto só foi para começar, olhei aquilo e continuei minha caminhada perplexo.
Em certo momento eu parei e encostei em uma arvore para descansar, quando olhei para o meu corpo eu estava se tornando como o tronco da árvore e um galho saiu pelo lado de meu pescoço, e assim se tornei em uma arvore imóvel a observar ao redor. Resolvi então sair da forma de arvore, e continuar minha caminhada com perfeita consciência de que havia em certo momento viajado para o passado, mais ou menos nos anos de 1700 a 1800 quando havia ainda escravidão no Brasil. O local que estava tem várias ruínas de fortes antigos da época e de uma igreja grande também, inclusive dentro das ruínas dela dava para se perceber o local do altar, onde os Jesuítas faziam suas missas e catequizavam os índios.
Caminhei mais e cheguei já próximo a praia, estava em um bosque plano com arvoredos e por baixo terreno sem mato alto, e já dava para ver as ondas quebrando de lá, quando notei que havia um certo alvoroço a alguns metros atrás de mim, quando olhava para trás notei que uns vultos  se escondiam atras das arvores, e assim continuei mais uns passos e novamente senti uma certa algazarra vindo de trás, tipo pessoas dando rizadas. Fixei meu olhar na direção da algazarra e eis que surgiram diante de minha vista vários seres pequeninos de forma humana, de 30 a 40 centímetros de altura, próximo a um tronco de arvore, eles até subiam um em cima do outro para me olhar e de repente caiam no chão dando rizadas e cambalhotas e fazendo mesmo uma festa ao me ver, eu comecei a falar com eles e a falar que eu estava vendo eles e passei a entrar na brincadeira deles. Em certo momento um deles deixou eu chegar bem próximo, pude ver com detalhes sua carinha pequena, olhos, eu havia pegado uma varinha de galho de arvore, eu peguei a varinha e falei para ele, você não existe e encostei a varinha na cabeça dele, sabe o que aconteceu ? Ele pipocou como uma fumacinha e apareceu deitado em um galho de uma arvore acima de mim dando rizadas, por isso que no desenho que ilustra esta postagem, eu coloquei um deles deitado na arvore, pois isto aconteceu de verdade. Notei que neste lugar as arvores tinham olhos e me viam, então cheguei a minha conclusão, eu havia chegado a uma outra frequência de existência, de consciência, e havia entrado neste mundo, na mesma vibração deles e portanto estava apto a vê-los. Passei mais algum tempo observando tudo, e os gnomos também a minha volta, e assimilando tudo o que estava acontecendo, e após encostei em uma arvore já próximo a praia e adormeci, pois havia caminhado muito, e foi fácil dormir ali mesmo. E assim ao amanhecer foi como se tivesse feito uma viagem a um mundo bem distante do nosso, e quem sabe quando poderia ver os novos amiguinhos que tive o prazer de conhecer naquela dimensão. Pero que hay , hay.
As roupas deles são de lenhadores, verdes, marrom, açafroadas, grossas, a carinha deles são minusculas, e eles são muito brincalhões, e creio que nem em toda parte poderemos encontrar, naquela época aquela praia era muito natural, deserta, tinha ainda muito de meio ambiente intacto, e creio que era um lugar ideal para eles habitarem, não sei se ainda hoje eu os encontraria, só que para chegar naquela dimensão precisa de muito coisa, ela está bem longe do plano humano normal.

Para mim eles são uns amiguinhos que moram lá naquela outra dimensão, e eu sempre peço ao Criador do Universo para que eles estejam bem, para mim foi uma Honra poder conhece-los pessoalmente e ver que a Magia do Universo, não é só uma Lenda !

Saudações a todos !



sábado, 16 de fevereiro de 2019

Os Gnomos existem?

Boa tarde chuvosa para todos, um belo dia para escrever algo, e aqui estou, a pergunta da postagem, o que posso responder; Depende do seu ponto de vista; Sim eles existem; Sim há realidades em outras dimensões; Não é uma ilusão para quem está naquela dimensão.

Sim eles existem é a minha resposta sem enrolação. E por incrível que pareça eles são como nas lendas. Você já ouviu falar que em toda lenda sempre há algo de verdade. Só que nesta lenda quase tudo é verdade. As roupas, o tamanho e as brincadeiras

Não há quem possa definir mesmo o que é a vida, pois ela em sí já é magnifica.

É uma tolice acreditar que a vida é só isto, é realmente um grande desperdício acreditar somente no ponto de vista dos cinco sentidos do corpo. Temos outros sentidos, temos consciência e subconsciência.

Por minhas experiências mentais acredito que existe níveis de consciência e de existência.

Nós humanos estamos acostumados a um nível de consciência que contempla nossa existência num mundo físico, palpável aos nossos sentidos corpóreos, e colocamos fé somente no que vemos com nossos olhos, ouvimos com nossos ouvidos, sentimos com nosso tato. E tudo se baseia aqui em nossa sociedade, até as leis são dirigidas a verificar o que é verdadeiro para os sentidos físicos, geralmente os acontecimentos paranormais não são objetos de provas. Mas já houve exceções.

Na próxima postagem vou contar com todo o respeito que eles merecem como se deu o encontro com os Gnomos, e acreditem eles tem cerca de no máximo 40 cm de altura. Mas são muito brincalhões mesmo, que dá até medo.




sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Natureza Divina

Desenho que fiz pelo computador usando Fireworks para
representar o que ví, eles eram da altura das arvores, e suas
roupas eram esvoaçantes e caminhavam como se estivessem
flutuando.

Saudações meus amigos e amigas que por acaso venham ler as minhas anotações neste blog. As experiências que vou narrar são fatos que aconteceram comigo durante toda a minha vida, hoje tenho sessenta anos e creio que devo narrar os acontecimentos que realmente foram importantes. Tenho uma vida normal, trabalho, pago contas de consumo como todos, impostos embutidos ou não, respeito todas as pessoas, e procuro sempre ser imparcial, cauteloso em todo julgamento, pois não adianta dizer que não julga pois esta é a primeira coisa que toda mente faz quando olha algo ou pessoas. Tudo isto para dizer que não tenho atestado de louco. E para dizer que existem realidades além das aparências do mundo material. A vida em si já é algo espantoso, maravilhoso e mágico. 
E assim em muitas vezes ela me mostrou que é bem assim, há algo a mais, e eu torço por isso. Torço sempre e procuro a máxima de que nós criamos o nosso destino, mas as vezes acontecem coisas que podem nos arrastar com elas, portanto temos que zelar para que não estejamos no curso de fatos desagradáveis, e nem vamos querer colocar a prova nossa invulnerabilidade divina.

Para começar vou narrar um fato que aconteceu diante de mim, em uma tardezinha ensolarada numa cidade do interior de São Paulo, estava sozinho e ...

Natureza Divina

Estando só em uma tarde olhando para um grupo de arvores, se aguçar bem a sua visão, poderá observar seres de uns seis metros de altura, que caminham de um lado para o outro ladeando as arvores, são os Devas da Natureza, protetores e zeladores das florestas, das matas, são como jardineiros que amam suas plantas e fazem o melhor que podem para mantê-las seguras das ameaças que podem surgir. O momento é de muito trabalho e preocupação com toda a devastação sem limites que a ganância humana vem causando.

Foi assim que vi estes seres e que tinham um ar em seus rostos, de preocupação para com as arvores, e em fila se moviam de um lado para o outro ladeando elas e como que defendendo-as, zelando-as.

Eu fiquei fitando aquela cena por um tempo pois era algo que atraia a visão, eles estavam lá, e eles me viam de lá. Compreendi a mensagem deles, e lamentei por ser também um humano cheio de defeitos que contribui de certas formas para a depredação da Natureza Divina aqui na terra representada por todos elementos que conhecemos, sejam eles minerais, vegetais, animais que estão todos interligados em sua existência.

Por que chamei eles de Devas da Natureza? ; Pois havia ouvido falar em conversas com amigos sobre estes seres, e também num livro do escritor Lobsang Rampa, A Sabedoria dos Lamas, então logo cheguei a conclusão de que o que estava vendo ali eram mesmo os Devas, espécie de Anjos da Natureza. 


Nós humanos perdemos a capacidade deste contato com estes mundos que estão invisíveis as nossas percepções físicas, desde que nos afastamos da convivência mais próxima a Natureza, a natureza que digo é as plantas, as águas dos riachos, das cachoeiras, do oceano, do mexer na terra para plantar, do tomar aquele chazinho de ervas, do caminhar descalço com os pés na terra, na grama, do tomar banho na temperatura ambiente da água, do se alimentar de frutas colhidas direto da arvore, de observar uma fogueira de madeiras caídas naturalmente das arvores, do silêncio, dos grilos, dos pássaros e animais que nos cercavam anteriormente como as vacas, os cavalos, os porcos, as galinhas. 





Uma visão sobre Brasil e Venezuela ainda em 1977

Era um jovem, de uns dezoito anos, e naquela manhã acordei de um sonho muito real. Estava no quintal de nossa casa aqui em São Paulo - Bra...